domingo, 21 de agosto de 2011

A Ideia de Projecto



" Tudo parece apontar que (bons níveis de desenvolvimento para um maior número de alunos) poderá ser a vir ser conseguido(...) se os conteúdos curriculares se tornarem significativos para professores e alunos(...) o trabalho por projectos poderá constituir uma resposta".


Luisa Cortesão et.al (2002)
Projecto Educativo de Escola
  • Documento que formaliza as intenções e acções da política educativa e curricular de uma escola
  • Instrumento de concretização e de gestão da autonomia da escola.
  • Proporciona a existência de diálogo dentro da escola e fora dela (com a comunidade)

Projecto Curricular de Escola
  • Documento que define as estratégias de desenvolvimento do currículo, com vista ao contexto de cada escola.
  • Este documento deve estar integrado no Projecto Educativo
  • Em função do Currículo e do P.E.E. definem-se as prioridades da Escola, as competências a trabalhar e os conteúdos a trabalhar em cada área curricular.
Projecto Curricular de Turma (em Jardim de Infância)
  • Documento que define as estratégias de concretização de desenvolvimento das OCEPE, do P.C.E., visando adequá-lo ao contexto de cada grupo.

Observação e Registo em Educação de Infância




A avaliação no pré-escolar é um assunto da maior importância, cabendo ao educador, enquanto gestor do currículo, seleccionar as técnicas e instrumentos de observação e registo mais adequadas para documentar o trabalho que as crianças fazem e a forma como o fazem. Compete-nos a todos nós, enquanto Educadores de Infância, reflectir a Pedagogia da Infância através da forma como observamos, registamos e avaliamos o desenvolvimento e as aprendizagens das crianças e planificamos o currículo, de modo a dar coerência e consistência ao processo educativo.


OBSERVAR
Porquê, para quê?

-Para conhecer o meio onde a criança está inserida
-Para conhecer a realidade e a expectativa familiar 
-Para conhecer o processo de desenvolvimento de cada criança e de cada grupo
-Para planificar/planear adequadamente a acção educativa e reformulá-la sempre que necessário


Planificação em Educação de Infância
Para se cumprirem os objectivos previstos na legislação em vigor, é necessário planificar a acção educativa. Esta acção pressupõe um Projecto Curricular de Turma.

Para planificar é preciso:
-Caracterizar
-Definir/formular objectivos
-Definir estratégias
-Avaliar e reformular


1. Caracterizar
-Conhecer o meio, as familias e o grupo de crianças para caracterizar:

-Necessidades
-Valores
-Expectativas
-E os recursos existentes


-Estabelecendo prioridades

2.Definir/formular objectivos a atingir


-Definir objectivos gerais;
-Estabelecer objectivos específicos ( de acordo com o grupo de crianças, atendendo às suas características individuais e manifestações dos seus interesses e necessidades;
-Estabelecer objectivos relativamente às famílias e ao meio;


3.Definir estratégias ( ou meios para a concretizaçaõ dos objectivos definidos)

-Organizar e gerir os recursos existentes: humanos, materiais, espaciais, temporais, comunitários, económico-financeiros, etc...
-Definir linhas de acção, ou seja, inventariar as actividades ou opções concretas que caracterizam os objectivos já anteriormente definidas


4. Avaliar/Reformular
Avaliar o processo educativo e os efeitos implica tomar consciência da acção para reformular e adequar o processo educativo às necessidades das crianças e do grupo e à sua evolução.

terça-feira, 12 de julho de 2011

A importância do brincar


A criança aprende brincando...A ideia difundida popularmente limita o acto de brincar a um simples passatempo, sem funções mais importantes que entreter a criança em actividades divertidas,e talvez poucos pais reconheçam a "importância do brincar" para o desenvolvimento físico e psíquico dos seus filhos.As brincadeiras aparentemente simples são fontes de estímulo ao desenvolvimento cognitivo, social e afectivo da criança e são também uma forma de auto-expressão no desenvolvimento de habilidades básicas e aquisição de novos conhecimentos.



segunda-feira, 11 de julho de 2011

"Os patos preferem a escola"

"NO TEMPO em que os animais falavam, os bichos constataram que o meio em que viviam começava a tornar-se cada vez mais complexo e havia que impor novas hierarquias, estabelecer novos parâmetros de comportamento, uma vez que já não chegavam os seus instintos inatos para enfrentar as modificações do meio. Esta necessidade deu lugar à ideia de ESCOLA: uma estrutura social, que os habilitaria, A TODOS, para enfrentar as crescentes modificações a que assistiam. Foram escolhidos os melhores animais para a docência, isto é, os reconhecidos como mais experientes, alta profissionalização nos seus domínios específicos, grandes títulos em competições. O reconhecimento destas qualificações envaideceu-os, naturalmente, e a maioria esqueceu, desde logo a razão por que estava ali. Com muitas reuniões gerais de professores, muitas reuniões de grupo, reuniões de conselho pedagógico, de departamento, de secções, reuniões de conselho executivo, etc… escolheram o seguinte currículo: Nadar, Correr, Voar, Galpar montes e saltar obstáculos.

Os primeiros alunos foram o Cisne, o Pato, o Coelho e o Gato.Começadas as aulas, cada professor, altamente preocupado com a sua disciplina, preparava primorosamente a matéria, dava sem perder tempo, procurando cumprir o programa e a planificação do mesmo. Faziam, assim jus aos seus títulos e competências. Mas os alunos iam-se desencantando com a tão sonhada escola. Vejam o caso particular de cada aluno:
- O Cisne, nas aulas de correr, voar e galpar montes era um péssimo aluno. E mesmo quando se esforçava, ao ponto de ficar com as patas ensanguentadas das corridas e calos nas asas, adquiridos na ânsia de voar, tinha notas más. O pior era que, com o esforço e desgaste psicológico despendido nessas disciplinas, estava a enfraquecer na natação, em que era o máximo.
- O Coelho, por sua vez padecia nas matérias de nadar e voar. Como poderia voar se não tinha asas? Em se tratando de nadar, a coisa também não era fácil não tinha nascido para aquilo. Em contrapartida, ninguém melhor do que ele, corria e galpava montes.
- O Gato tinha problemas idênticos ao do coelho, nas disciplinas de natação e voo. Ele bem insistia com o professor que, se o deixasse voar de cima para baixo, ainda poderia ter êxito. Só que o professor não aceitava essa ideia louca: não estava contemplada no programa aprovado e o critério de selecção era igual para todos.
- O Pato, finalmente, voava um pouquinho, corria mais ou menos, nadava bem mas muito pior do que o cisne, e desastradamente, embora com algum desembaraço, até conseguia subir montes e saltar obstáculos. Não tinha reprovações a nenhuma disciplina, como os seus restantes colegas o que fazia sumamente brilhante nas pautas finais. Os professores consideraram-no o aluno mais equilibrado, deram-lhe a possibilidade de prosseguir estudos e, com tantos “atributos”, até fomentaram nele a esperança de um dia, poder vir a ser professor.
Os restantes alunos estavam inconformados. Nada tinham contra o pato, gostavam dele, compreendiam o seu grau mínimo de suficiência a todas as disciplinas, mas, perguntavam-se: a espantosa capacidade do Coelho em saltar obstáculos, correr e galpar montes não poderia ser aproveitada para enfrentar as tais novas situações sociais, que os levaram a ter a ideia de ESCOLA? E o Gato? De nada lhe serviria correr e saltar melhor do que o pato? E que utilidade teria, para o cisne, nadar como nenhum outro? –Cada um tinha, de facto, a sua queixa justificada. Escola, pensavam eles era o local onde aperfeiçoariam as capacidades que tinham, de modo a po-las ao serviço da sociedade. Se as coisas já estavam difíceis, que fazer agora com a tremenda frustração de não servirem para nada? Foram falar com os professores. As limitações de cada um eram um facto, eles sabiam que jamais seriam polivalentes, de modo a terem grandes escolhas. Contudo, se reprovassem no ano seguinte estariam exactamente na mesma situação.
Os professores lamentaram muito. Havia um programa, superiormente estabelecido e a questão era só esta: Ninguém tinha média igual ao do pato e, por isso, na sua mediocridade, ele era, estatisticamente superior a todos.
Os outros alunos abandonaram a escola. Desde então por razões obvias a escol atrai mais os patos e, na sociedade são eles que mais dominam"


Fernanda Torrinha/Dulce Bento (Orientadoras da Escola Secundária Dona Luisa de Gusmão)


Da análise feita a este texto, na disciplina de MDGE, retirámos algumas ideias-chave :
  • Educação para todos (que visa o desenvolvimento integral e equilibrado de todas as faculdades do ser humano numa perspectiva sistémica e ecológica)
  • Gestão flexivel do Currículo ( que adapta os programas e os conteúdos às capacidades dos alunos)
  • Currículo único (trasmissão de saberes universais ,mesmo que para alguns seja imposssivel)
  • Currículo hegemónico ( é uma referência para todos)
  • Educação diferenciada ( para dar resposta a pessoas com outras necessidades)
  • Liberdade de ensinar e de aprender (liberdade de escolher o tipo de estabelecimento de ensino)
  • Escola Pública/ escola Privada/ Cooperativa ( tipologias de respostas diferenciadas de acordo com as necessidades dos alunos, da familia, da comunidade, etc...)

Metas de Aprendizagem

Para ver, Clique aqui!


A definição de metas finais para a educação pré-escolar, contribui para esclarecer e explicitar as “condições favoráveis para o sucesso escolar” indicadas nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, facultando um referencial comum que será útil aos educadores de infância, para planearem processos, estratégias e modos de progressão de forma a que todas as crianças possam ter realizado essas aprendizagens antes de entrarem para o 1.º ciclo.
As metas de aprendizagem pretendem enunciar as aprendizagens que as crianças deverão ter realizado no final da educação pré-escolar, reconhecida “como primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida” e estão globalmente estruturadas pelas áreas de conteúdo enunciadas nas OCEPE, não esquecendo que na prática dos jardins-de-infância se deve procurar uma construção articulada do saber, em que as áreas devem ser abordadas de uma forma globalizante e integrada.

Os quatro pilares da educação de Jacques Delors





Os quatro pilares da Educação, segundo Jacques Delors:

1. Aprender a conhecer:
- prazer de compreender, de conhecer, de descobrir...
- processo inacabado, múltiplo e em constante evolução, pois aprendemos com qualquer experiência (mesmo negativa);
- aprender a aprender, beneficiando das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida.

2. Aprender a fazer:
- adquirir, além de uma qualificação profissional, competências que tornem a pessoa capaz de enfrentar / resolver diversas situações e capacidade para trabalhar em equipa;
- capacidade para aplicar na prática os conhecimentos teóricos adquiridos.

3. Aprender a viver juntos:
- desenvolvimento da compreensão e descoberta progressiva do outro, assim como a percepção das interdependências;
- realização de projectos comuns e preparação para a gestão de conflitos;
- respeito por valores como: compreensão, paz, tolerância e combate ao conflito, rivalidades, preconceito.

4. Aprender a ser:
- desenvolvimento da personalidade na íntegra, capacidade para agir com autonomia, responsabilidade e discernimento;
- respeito pelas potencialidades e características de cada um.

Estes são os valores a partir dos quais a educação se deve orientar, permanecendo ao longo de toda a vida.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

"A maior flor do mundo" de José Saramago


Este filme foi abordado e trabalhado na disciplina de Atelier de Língua Portuguesa.
Inspirado na obra "A Maior Flor do Mundo", de José Saramago, Juan Pablo Etcheberry realizou esta curta metragem.
Neste filme de animação, José Saramago aparece como narrador e personagem. No final do filme, José Saramago lança um desafio.
Este filme também foi bem aceite, pelas crianças do Jardim de Infância onde trabalho, que o visionaram com muita atenção. Foi uma proposta para as crianças reinventarem outras histórias e realizarem actividades relacionadas com este tema.

domingo, 1 de maio de 2011

Conceitos


A Metodologia é o estudo dos métodos. Ou então as etapas a seguir num determinado processo.

Tem como objectivo captar e analisar as características dos vários métodos indispensáveis, avaliar suas capacidades, potencialidades, limitações ou distorções e criticar os pressupostos ou as implicações de sua utilização.

Além de ser uma disciplina que estuda os métodos, a metodologia é também considerada uma forma de conduzir a pesquisa ou um conjunto de regras para ensino de ciência e arte.

A Metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exacta de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa. É a explicação do tipo de pesquisa, do instrumental utilizado (questionário, entrevista etc), do tempo previsto, da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho, das formas de tabulação e tratamento dos dados, enfim, de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa.
Em Gestão de Projectos, existe a metodologia geral e a metodologia detalhada.
A metodologia pode ser dividida em vários métodos até chegar num determinado objectivo.



A palavra Didáctica vem da expressão grega Τεχνή διδακτική (techné didaktiké), que se pode traduzir como arte ou técnica de ensinar. A didáctica é a parte da pedagogia que se ocupa dos métodos e técnicas de ensino, destinados a colocar em prática as directrizes da teoria pedagógica. A didáctica estuda os diferentes processos de ensino e aprendizagem. O educador Jan Amos Komenský, mais conhecido por Comenius, é reconhecido como o pai da didáctica moderna, e um dos maiores educadores do século XVII.
Os elementos da acção didáctica são:
  • o professor
  • o aluno
  • a disciplina (matéria ou conteúdo)
  • o contexto da aprendizagem
  • as estratégias metodológicas


Comenius 




Frase de Comenius: "Deve-se começar a formação muito cedo, pois não se deve passar a vida a aprender , mas a fazer".   










Entre os muitos pensadores da educação, Comenius é um dos nomes mais importantes. Nascido em 1592, o checo foi o criador da Didáctica Moderna e um dos maiores educadores do século XVII. Nos dias actuais as suas ideias são empregadas pelas escolas, principalmente as teorias humanistas e espiritualistas da formação do homem, tidas como muito avançadas em sua época. Entre essas ideias estavam: o respeito ao estágio de desenvolvimento da criança no processo de aprendizagem, a construção do conhecimento através da experiência e a educação sem punição, mas com diálogo.

Comenius, cujo nome de nascimento era Jan Amos Komenský, pregava ainda a necessidade da interdisciplinaridade, da afectividade do educador e de um ambiente escolar arejado, bonito e com espaço ao ar livre. Estão ainda entre as acções propostas pelo educador: coerência de propósitos educacionais entre família e escola, desenvolvimento do raciocínio lógico e do  
espírito científico e a formação do homem religioso, social, político, racional, afectivo e moral.


Os pesquisadores são unânimes em apontar a Didacta Magna ou A Grande Didacta, como sendo a sua obra-prima e a sua maior contribuição para o pensamento educacional. Comenius escreveu ainda O Labirinto do Mundo (1623), Didáctica checa (1627), Guia da Escola Materna (1630), Porta Aberta das Línguas (1631), Didacta Magna (versão latina da Didáctica checa) (1631), Novíssimo Método das Línguas (1647), O Mundo Ilustrado (1651), Opera didactica omnia ab anno 1627 ad 1657 (1657), Consulta Universal Sobre o Melhoramento dos Négocios Humanos (1657), O Anjo da Paz (1667) e A Única Coisa Necessária (1668), entre outros.

Comenius tornou-se um famoso personagem da história intelectual por ter sido uma voz quase solitária em seu tempo. Entre suas propostas incomuns, estava o preceito de “ensinar tudo a todos" para permitir que o homem se colocasse no mundo não apenas como espectador, mas, acima de tudo, como actor. O objectivo central da educação comeniana é equilibrar a sabedoria nos pensamentos e a fé em Deus.

Ele apontava como necessária a constante busca do desenvolvimento do indivíduo e do grupo, pois um melhor conhecimento de si mesmo e uma melhor capacidade de autocrítica levam a uma melhor vida social. O pensador considerava a arte de ensinar sublime, pois serve para formar o homem para que ele faça a exploração e conhecimento do seu interior. A sua proposta dirige-se à razão humana, convocando-a a assumir uma atitude de pesquisa diante do universo e de uma visão integrada das coisas.

O teórico ainda defendia a idéia de que a aprendizagem se iniciava pelos sentidos, pois as impressões sensoriais obtidas pela experiência com objectos seriam internalizadas e, mais tarde, interpretadas pela razão. O seu método didáctico constituiu-se basicamente em três elementos: compreensão, retenção e práticas. Até hoje são boas saídas para: o intelecto, a vontade e a memória.

sábado, 30 de abril de 2011

Glossário


:
"As formas através das quais, na nossa prática quotidiana, observamos a aprendizagem das crianças, lutamos para a compreender e, depois, usamos o melhor possível essa nossa compreensão." (Mary Jane Drummond, 2003)




:
Implica uma visão da criança como ser competente e capaz, como um investigador nato, motivado para a pesquisa e para a resolução de problemas.
" Um estudo em profundidade de um determinado tópico que uma ou mais crianças leva a cabo."(Katz e Chard, 1997:3).





:
" A educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida, sendo complementar da acção educativa da família, com a qual deve estabelecer estreita relação, favorecendo a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário"

Orientações curriculares para a Educação Pré- Escolar

Organogramas


Organograma do Sistema Educativo Português


A grande revisão das finalidades do sistema educativo deve-se às profundas alterações sentidas no seio da própria sociedade.





Quanto à sua Natureza Pedagógica o Sistema Educativo Português é compreendido por três grupos distintos, sendo estes, a Educação Pré-escolar, a Educação Escolar e a Educação Extra – Escolar.



O Sistema Educativo Português, quanto à sua natureza jurídica distingue-se em três grupos, designadamente, as instituições públicas/ estatais, as instituições privadas e as cooperativas. Dentro das instituições privadas podemos distinguir as com fins lucrativos e sem fins lucrativos. As instituições públicas são compostas pelo ensino superior público e pelas fundações instituídas e da responsabilidade do Estado. O ensino superior privado é da responsabilidade de instituições pertencentes a entidades privadas e cooperativas.




Mapa conceptual

 Os mapas conceptuais têm sido amplamente utilizados para promover a aprendizagem significativa em várias disciplinas e em diferentes contextos. Quer a experiência pedagógica quer a investigação educacional sugerem que enquanto ferramenta de aprendizagem os mapas conceptuais são suficientemente flexíveis para serem utilizados com qualquer grupo de aprendentes.  


"As coisas que sabemos sobre a vaca"